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terça-feira, 31 de julho de 2012

►ON THE ROAD - Confirmou Premiere Em Londres Kristen Não Vai Participar



Segundo relatos de pessoas que organizam o evento a  estréia em 16 de agosto e não é esperado a presença Kristen ...

FONTE

terça-feira, 17 de julho de 2012

►Crítica: Na Estrada ►Marylou - Kristen Stewart, surpreendentemente mais madura em sua atuação



Entre um lugar e outro, grandes coisas acontecem

Depois de um conturbado histórico cheio de idas e voltas, “Na Estrada” (“On the Road”) passou das mãos de Francis Ford Coppola e finalmente chegou às telonas pelo brasileiro Walter Salles. Baseado na obra de mesmo nome de Jack Kerouac (“On the Road – Pé na Estrada”, disponível em português pela L&PM Editores), é inegável que a missão de construir o relato nos cinemas era grande: o livro é conhecido como a obra seminal da “Beat Generation”, o grupo de escritores que influenciaram o cenário cultural norte-americano (e, indiretamente, mundial) após a Segunda Guerra.

Inspirado nas próprias experiências de Kerouac, a história se centra em Sal Paradise (Sam Riley), um jovem escritor que, no final dos anos 1940 se encontra perdido e sem inspiração. Após a morte de seu pai, Sal conhece o excêntrico e inquieto Dean Moriarty (Garrett Hedlund). A partir daí, a dupla passa a viajar pelos Estados Unidos movidos simplesmente pelo desejo de diversão, de encontrar algo interessante e significado para tudo que fazem, misturando literatura, drogas, sexo, paixões, jazz em longas viagens pelas estradas norte-americanas.


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segunda-feira, 16 de julho de 2012

►Crítica de Filme: Na Estrada (On the Road)" Na Estrada é um filme esteticamente perfeito, com uma vistosa fotografia e uma não menos deliciosa trilha sonora "

A adaptação cinematográfica da aclamada obra literária, On the Road, do escritor norte-americano Jack Kerouac, talvez, era uma das mais esperadas dos últimos anos. Antes de qualquer digressão sobre o filme, é importante deixar claro que o redator desse texto não tem o conhecimento prévio do conteúdo literário (não leu o livro), mas tem algum conhecimento sobre a época que ele retrata: o movimento beat. No final dos anos 50 e começo dos 60, alguns artistas americanos, em sua maioria escritores e poetas, viveram como nômades, rodando pelo país, às vezes fincando raízes por algum tempo, mas em sua maioria, o maior prazer era ficar a deriva dentro de um carro. Claro que o consumo desenfreado de álcool, maconha e de uma substancia retirada de inaladores era natural e constante no meio, assim como o sexo liberal, muitas vezes rendendo verdadeiras orgias. Essa geração/movimento é considerada tão marcante e criativa, que muitos estudiosos a vêem como precursora da contracultura. Dizem que o próprio John Lennon teria retirado o nome Beatles em função do termo beatnik, que era sugerido como a identificação dos representantes.

A pequena e rasteira introdução é minimamente suficiente para se ter alguma noção da importância (tanto literária, quanto histórica) sobre On the Road. Por isso, foi criada certa aura sobre a produção cinematográfica, homônima, intitulada Na Estrada no Brasil. Principalmente por ser co-produzida por Francis Ford Coppola e dirigida pelo brasileiro Walter Salles. Reza a lenda que o próprio Coppola (detentor dos direitos do filme) teria escolhido Salles a dedo, após ter ficado maravilhado com Diários de Motocicleta. Assim, temos uma renomada lenda do cinema, com um diretor consideravelmente talentoso (principalmente por Central do Brasil e Abril Despedaçado) e o roteirista Porto Riquenho, Jose Rivera (o mesmo de Diários). Sinônimo de orçamento folgado, que proporciona o luxo de um elenco invejável, citando apenas os coadjuvantes, nos deparamos com: Viggo Mortensen, Amy Adams, Kirsten Dunst, Steve Buscemi, Alice Braga, Terrence Howard, entre outros. A trinca de protagonistas é encabeçada por Sam Riley, como o escritor Sal Paradise; Garrett Hedlund, defendendo o poeta Dean Moriarty e Kristen Stewart, que faz a espevitada Marylou. A trama do filme se apóia na forte amizade entre Sal e Dean, e o romance com viés de triangulo amoroso entre Marylou e os rapazes.

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