Kristen Stewart concedeu uma nova entrevista ao site NY Mag, na seção
The Cut, durante a conferência de lançamento do perfume Rosabotanica. A atriz fala novamente sobre sua rotina de beleza, shampoo de hotel e tranças. Confira:
“Kristen, você tem algo no seu cabelo”, uma das pessoas da equipe de Kristen Stewart diz durante a nossa entrevista em seu quarto de hotel, sacudindo um fiapo para fora de seu cabelo repartido. Ela se vira de costas para mim, imitando um grito “Muito obrigada! Você não ia me dizer que isso estava lá?” Stewart é indiferente sobre o fiapo porque 1. Seu cabelo parece brilhante e bom de qualquer maneira, e 2. Ela não gasta muito tempo pensando sobre a beleza. Ao longo da nossa entrevista sobre sua rotina de beleza e de seu envolvimento pela segunda vez com a Balenciaga como o rosto de sua nova fragrância, Rosabotanica, Stewart tem que resistir ao impulso de fazer aspas para a palavra beleza. O The Cut conversou com Stewart sobre sua preferência por rostos inchados, gardênias e o ódio por xampus de hotel.
— Como você usa o perfume como parte do seu processo de atuação?
Sempre que me deparo com um produto que eu usei em um filme anterior, ele vai me levar de volta. Às vezes, haverá coisas que não posso usar, mesmo que isso funcione para um regime de beleza ou algo que funcione para o personagem. Eu literalmente tenho que encontrar um outro produto para usar. Então, algo realmente básico como um xampu seco. Usei isso em The Runaways, e Joan usa isso também. Eu não poderia usá-lo mais. Isso era muito reminescente. Também certas loções e Rosebud, aquele protetor labial em bastão? Rosebud lip salve. Eu usei isso em um filme quando eu era mais jovem e , em seguida, eu usei-o novamente. E então foi como whoa. Era demais. Mas, com fragrância, não, não é uma grande parte do meu processo.
— Qual foi a sua primeira memória de cheiro?
Minha flor favorita é uma gardênia. Minha avó tinha um grande arbusto gardênia. E gardênias não são comuns. Quando você as encontra, é sempre assim, Oh, ótimo. E é minha flor favorita agora também, por causa disso.
— Como foi diferente o processo criativo para Florabotanica em relação ao Rosabotanica?
Meu envolvimento não mudou muito, para ser honesta. Eu comecei a usá-lo. Eu não tenho nada a ver com fazer a fragrância. Eu só assisti as pessoas fazendo coisas impressionantes. Sou muito próxima a Nicolas [Ghesquière] e toda essa história por trás do perfume tem sido muito legal. Nem sempre você encontra, na moda, essas histórias desenvolvidas. Às vezes é um pouco mais sobre como algo parece, e termina aí. Ou com fragrâncias, esta é uma imagem bonita e vende esse perfume. Isto é um pouco mais divertido, porque trata-se de contar uma história. Esseé o porque eu entrei nessa e porque que eu tenho que atuar.
Florabotanica e Rosabotanica ter a mesma configuração. Mas com o Rosabotanica, é sobre alguém que abriu seus olhos, ainda com fome, fresco, verde. É alguém que tem estado neste ambiente extremo e sobrevivido. Ela cresceu com isso. Ela levou os aspectos que ela apreciou fora desse ambiente e ignorou o resto. Ela se torna uma parte de seu ambiente, em vez de se tornar este tipo de garota Alice no País das Maravilhas que está olhando em volta e não reconhece nada. Está crescendo nela.
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